As alternativas ao Skool mais conhecidas são Circle, Kajabi, Mighty Networks, Whop, Discord, Patreon e, para quem vende em português e espanhol, a Hotmart. Colocamos cada uma lado a lado com o Skool, com os preços e as taxas de hoje. A conclusão, para quem está com pressa: se você quer uma comunidade com cursos e chamadas ao vivo, o Skool continua sendo a opção mais simples, a mais barata para começar e a que, com o próprio buscador de comunidades, ainda pode trazer membros novos para você. As outras ganham em casos específicos, e mostramos quais.

Antes de continuar, um esclarecimento: somos o SkoolRank, um ranking de comunidades do Skool. Não somos neutros e não vamos fingir que somos. Achamos que o Skool é a melhor opção para a maioria das comunidades, e neste artigo explicamos por quê com dados, não com frases bonitas. Também não temos links de afiliado de nenhuma plataforma: não ganhamos nada se você escolher uma ou outra.

Os preços e as taxas foram conferidos no site de cada plataforma em 23 de outubro de 2026. Estão em dólares americanos, exceto os da Hotmart, que cobra em reais as vendas feitas em reais. Todas mudam esses valores de vez em quando; se isso acontecer, vamos atualizar a comparação.

As 8 plataformas em resumo

PlataformaA partir deTaxa por vendaCombina mais com
SkoolUS$ 9 por mês10% + 30 centavos (Pro: 2,9% + 30 centavos), tudo incluídoComunidades com cursos e chamadas, grátis ou pagas
CircleUS$ 89 por mês (pagamento anual)2%, mais a taxa do StripeComunidades com marca própria e muitas automações
KajabiUS$ 143 por mês (pagamento anual)0%, mais o processamento do pagamentoNegócios de cursos com site, e-mail e funis de venda
Mighty NetworksUS$ 79 por mês2%Comunidades com muitas lives e, em grande escala, app próprio
WhopGrátis2,7% + 30 centavosVender produtos digitais e acessos avulsos
DiscordGrátis10% das assinaturas do servidorComunidades grátis, de games ou de bate-papo
PatreonGrátis10%, mais o processamento do pagamentoCriadores que publicam conteúdo para os apoiadores
HotmartGrátis9,9% + R$ 2,49 por vendaVender cursos no Brasil e na América Latina

A primeira linha já diz muito. O Skool é a única plataforma da lista que oferece uma comunidade completa, com cursos, calendário e cobranças, por US$ 9 por mês e com uma porcentagem que já inclui a cobrança no cartão. As que são grátis no começo (Whop, Discord, Patreon, Hotmart) vivem de ficar com uma porcentagem de cada venda, e falta a todas alguma peça de uma comunidade: cursos, calendário ou conversa. As que cobram mensalidade (Circle, Kajabi, Mighty Networks) começam em US$ 79 ou mais antes de você vender qualquer coisa.

Por que tem gente procurando alternativas ao Skool

Vale começar por aqui, porque é aqui que estão as letras miúdas da comparação. Estes são os motivos que mais se ouvem, e o que existe por trás de cada um:

  • "Todas as comunidades do Skool são parecidas." É verdade: você não pode mudar o design nem as cores como no Circle ou no Mighty Networks. Mas é uma decisão do Skool, não um descuido: os seus membros entram numa plataforma que já conhecem, com cada coisa no mesmo lugar, e não precisam aprender nada.
  • "Não posso ter um app com a minha marca." Também é verdade: o app é o do Skool, não o seu. As plataformas que oferecem isso reservam o recurso para os planos mais caros (Circle Plus, Mighty Pro ou o Pro do Kajabi, que custa US$ 399 por mês no pagamento anual).
  • "Os 10% do plano Hobby são muito." São, se você já fatura bem. Para isso existe o plano Pro, com 2,9%, que a partir de certo ponto compensa; a conta exata está em quanto custa o Skool.
  • "Quero sequências automáticas de e-mail." O Skool tem e-mail para todos os membros com um clique, mas não tem funis de e-mail como o Kajabi. Se o seu negócio depende disso, é um motivo real para olhar outra coisa.
  • "Os preços são em dólar." No Skool, são. Os seus membros pagam com o próprio cartão e o banco faz a conversão, mas, se você vende principalmente para um público que prefere pagar em reais ou com meios de pagamento locais, a Hotmart resolve isso melhor.

Repare que quase nenhum desses motivos tem a ver com a comunidade funcionar mal. Eles têm a ver com marca, marketing e cobranças. No que importa para as pessoas participarem e ficarem, o Skool é muito difícil de superar.

Como comparamos

Para cada plataforma, olhamos as mesmas coisas:

  • Preço e taxas: quanto você paga antes de vender qualquer coisa e quanto a plataforma fica de cada venda.
  • Comunidade: se existe um lugar vivo onde os membros conversam entre si.
  • Cursos e lives: se dá para dar aulas e fazer chamadas sem outras ferramentas.
  • Cobranças: se dá para cobrar assinaturas e pagamentos únicos dentro da plataforma.
  • Conseguir membros: se a própria plataforma ajuda as pessoas a encontrarem você.
  • Facilidade: quanto trabalho dá montar tudo e quanto esforço os seus membros precisam fazer para usar.

Circle

O que é: uma plataforma de comunidades pensada para marcas e criadores que querem um espaço próprio, com domínio, design e, no plano mais alto, app próprios.

Preço: o plano Professional custa US$ 89 por mês no pagamento anual, o Business US$ 199 e o Scale US$ 419; o Circle Plus, com app próprio, tem preço sob consulta. Todos têm 14 dias de teste grátis. O Circle fica com 2% de cada venda no Professional e com 1% no Business e no Scale, e a central de ajuda deixa claro que a isso se soma a taxa do Stripe em cada pagamento (nos Estados Unidos, 2,9% mais 30 centavos com cartões do país).

Pontos fortes: muito controle sobre o design e a marca, domínio próprio em todos os planos, apps para iPhone, Android e computador, automações e uma ferramenta de e-mail cobrada à parte (US$ 99 a mais por mês para 10.000 contatos).

Pontos fracos: é bem mais caro, a taxa se soma à do Stripe e montar tudo direito dá mais trabalho. E os membros quem traz é você: não existe uma vitrine dentro do Circle onde as pessoas procurem comunidades.

Comparado ao Skool: o Circle é para quem coloca a própria marca acima de tudo. Para uma comunidade que quer crescer e cobrar sem complicação, o Skool faz o mesmo por muito menos dinheiro. Um exemplo: com 20 membros pagando US$ 19 por mês, o Skool Hobby custa US$ 53 por mês no total; o Circle Professional, cerca de US$ 114 (US$ 89 de mensalidade, US$ 7,60 de taxa do Circle e cerca de US$ 17 do Stripe).

Kajabi

O que é: uma plataforma para vender cursos e programas de formação, com site, e-mail, funis de venda e gateway de pagamento próprios. Tem comunidade, mas ela é só mais uma peça do negócio, não o centro.

Preço: o plano Basic custa US$ 143 por mês no pagamento anual (US$ 179 se você pagar mês a mês), o Growth US$ 199 e o Pro US$ 399. O Kajabi não fica com nenhuma porcentagem das suas vendas como plataforma, mas cobra o processamento do cartão, que varia conforme o país. Tem 14 dias de teste e 30 dias de garantia de reembolso.

Pontos fortes: todo o marketing num lugar só: site, páginas de venda, e-mails ilimitados, funis e pagamentos. Os seus clientes têm um app do Kajabi para iPhone e Android e, no plano Pro, um app com a sua marca.

Pontos fracos: o preço de entrada, umas 16 vezes o do Skool Hobby, e o fato de a comunidade não ser o forte dele: o Kajabi foi pensado para vender cursos, não para as pessoas conviverem todos os dias.

Comparado ao Skool: se o seu negócio é um funil de e-mails que termina num curso caro, o Kajabi faz sentido. Se o que você quer é uma comunidade onde as pessoas participam, aprendem e ficam, o Skool foi feito para isso e custa uma fração.

Mighty Networks

O que é: uma plataforma de comunidades com cursos, eventos e lives, muito voltada para quem quer personalizar o próprio espaço e, na versão mais alta, ter um app próprio.

Preço: o plano Launch custa US$ 79 por mês (US$ 950 se você pagar o ano), o Scale US$ 179 e o Growth US$ 354; o Mighty Pro, com apps próprios, tem preço sob consulta. A plataforma fica com 2% de cada venda no Launch, 1% no Scale e 0,5% nos planos mais altos.

Pontos fortes: muitos recursos: cursos por turmas, lives dentro da plataforma (20 horas por mês no plano Launch), pontos e classificações, domínio próprio e pagamentos em muitas moedas.

Pontos fracos: tantas opções deixam a plataforma mais trabalhosa de montar e de usar. Os apps com a sua marca só vêm com o Mighty Pro, e o preço de entrada é quase nove vezes o do Skool Hobby.

Comparado ao Skool: o Mighty Networks agrada a quem quer muitas peças e não se importa de configurá-las. O Skool aposta no contrário, menos peças, mas mais bem resolvidas, e é por isso que os membros começam a participar com tão pouco esforço.

Whop

O que é: uma plataforma para vender produtos digitais: acesso a comunidades, cursos, downloads, software ou grupos privados. Mais do que uma comunidade, é uma loja com caixa registradora.

Preço: não tem mensalidade. O Whop fica com 2,7% mais 30 centavos de cada pagamento com cartão do mesmo país, mais 1,5% com cartões estrangeiros e mais 1% se houver conversão de moeda. Alguns recursos extras, como a emissão automática de faturas, somam a própria porcentagem.

Pontos fortes: começar custa zero, e ele cobra em muitíssimos países e moedas, com muitos meios de pagamento.

Pontos fracos: o centro dele é a loja, não a comunidade. O Whop não foi pensado para os seus membros conviverem, aprenderem e participarem todos os dias.

Comparado ao Skool: o Whop é bom para vender produtos avulsos. Para uma comunidade com cursos, chamadas e conversa, o Skool traz tudo no mesmo lugar, e os seus membros não precisam pular de uma plataforma para outra.

Discord

O que é: um aplicativo de chat organizado em servidores, com canais de texto e de voz, muito popular entre gamers e comunidades de bate-papo.

Preço: grátis. Se o seu servidor pode cobrar assinaturas, o Discord fica com 10% e você, com 90%.

Pontos fortes: é grátis, tem chamadas de voz e de vídeo muito boas e muita gente já tem o app instalado.

Pontos fracos: não tem cursos, o importante se perde no chat e as conversas de duas semanas atrás são difíceis de achar. Para quem não é do mundo dos games, a interface assusta.

Comparado ao Skool: o Discord é perfeito para uma comunidade grátis de papo rápido. Quando você quer ensinar algo, organizar o conteúdo e cobrar, o Skool joga em outra liga: mural organizado por tema, cursos com progresso, calendário e cobranças integradas. Muitas comunidades usam os dois: o Skool para o que precisa durar e um chat para o que é urgente.

Patreon

O que é: uma plataforma para criadores cobrarem dos seguidores por conteúdo exclusivo: vídeos, podcasts, textos ou arte.

Preço: começar é grátis. Segundo a página de preços, o Patreon fica com 10% do que você ganha, mais o processamento dos pagamentos, a conversão de moeda, as transferências e os impostos que se aplicarem.

Pontos fortes: é muito conhecido pelo público dos criadores, e pagar alguém no Patreon já é um gesto comum.

Pontos fracos: foi pensado para publicar conteúdo para os seus apoiadores, não para os seus membros conversarem entre si, aprenderem juntos e se ajudarem. E, somando os 10% e o resto das cobranças, ele fica com mais que o Skool Pro.

Comparado ao Skool: se o seu público segue você pelo que você publica, o Patreon funciona. Se você quer que os seus membros se conheçam, participem e avancem juntos, isso é exatamente o que o Skool faz melhor.

Hotmart

O que é: uma plataforma brasileira para vender produtos digitais, principalmente cursos, muito usada no Brasil e no resto da América Latina. Tem áreas de membros, um player de vídeo próprio (o Hotmart Player) e uma grande rede de afiliados.

Preço: não tem mensalidade nem custo inicial; as taxas só são cobradas quando uma venda é aprovada. Nas vendas em reais acima de R$ 10, a Hotmart fica com 9,9% mais R$ 2,49 por venda. Nas vendas em dólar acima de US$ 15, a taxa é de 9,9% mais US$ 1. Além disso, existe uma taxa para sacar o dinheiro, que varia conforme o valor.

Pontos fortes: cobrar no Brasil e na América Latina: mais de 40 meios de pagamento, 22 moedas, parcelamento e uma rede de afiliados enorme que pode vender o seu curso por você.

Pontos fracos: o forte dela é vender cursos, não manter uma comunidade viva. A área de membros foi pensada mais para assistir às aulas do que para as pessoas participarem todos os dias.

Comparado ao Skool: a Hotmart é uma loja de cursos excelente; o Skool, uma comunidade excelente. Se você vende um curso fechado para muita gente no Brasil e na América Latina, a Hotmart ajuda você a cobrar. Se você quer que essas pessoas fiquem, participem e paguem todo mês, a comunidade funciona melhor no Skool. Também dá para usar os dois: vender o curso na Hotmart e levar os alunos para uma comunidade no Skool.

Por que o Skool continua sendo a melhor opção

Depois de passar pelas sete, estes são os motivos pelos quais, para a maioria das comunidades, o Skool continua ganhando:

Tudo em um, de verdade

Comunidade, cursos, calendário, chamadas ao vivo (com a própria videochamada, a Skool Call), e-mails para todos os membros e cobranças. Tudo no mesmo lugar e sem conectar ferramentas. Segundo o próprio Skool, dá para montar uma comunidade em menos de 30 minutos. Nenhuma das alternativas que oferecem o mesmo deixa tudo tão simples.

O menor preço para começar, com tudo incluído

Por US$ 9 por mês, você tem membros, cursos, vídeos e chamadas ilimitados. As alternativas com comunidade completa começam em US$ 79 (Mighty Networks), US$ 89 (Circle) ou US$ 143 (Kajabi), antes de você vender qualquer coisa. E, no Skool, a porcentagem já inclui a cobrança no cartão, enquanto no Circle, por exemplo, a taxa do Stripe é cobrada à parte.

Quando você cresce, o plano Pro também compensa. Com 100 membros pagando US$ 49 por mês, o Skool Pro custa cerca de US$ 271 por mês no total (US$ 99 de mensalidade, US$ 142,10 de taxa e US$ 30 dos 30 centavos fixos). O Circle Professional, com a mesma receita, custa cerca de US$ 359: US$ 89 de mensalidade, US$ 98 da taxa dele, US$ 142,10 do Stripe e os mesmos US$ 30 fixos.

Membros que chegam sozinhos: o Skool Discovery

O Skool tem um buscador de comunidades próprio, o Discovery, onde as pessoas entram para procurar comunidades. Se a sua cresce, tem atividade e os membros voltam, ela aparece cada vez mais no alto da categoria. No Circle, no Kajabi ou no Mighty Networks não existe uma vitrine parecida: cada membro é você quem traz. Explicamos como o Discovery funciona em como fazer sua comunidade do Skool crescer.

Uma gamificação que segura os membros

Pontos por cada curtida, nove níveis, classificações e cursos que são liberados quando o membro sobe de nível. Outras plataformas têm pontos ou classificações, mas no Skool eles são o centro da experiência, e isso aparece numa coisa que vale muito dinheiro: os membros continuam voltando mês após mês.

Uma rede, não uma ilha

No Skool, os seus membros usam a mesma conta e o mesmo app para todas as comunidades. Muitos já têm o app instalado (o de Android passa de um milhão de downloads) e não precisam aprender nada novo para entrar na sua. Essa rede também é o que faz o Discovery funcionar: quem está numa comunidade do Skool descobre outras.

A plataforma de que todo mundo fala

Hoje, o Skool é a plataforma de comunidades de referência. Segundo a Similarweb, em setembro de 2026 o skool.com estava entre os 1.100 sites mais visitados do mundo. A comunidade do fundador para donos de comunidades, a Skoolers, passa dos 150.000 membros. E, no SkoolRank, já ordenamos mais de 2.500 comunidades do Skool em seis idiomas, da confeitaria ao jiu-jítsu.

Um ecossistema em volta

Existem os Skool Games, o desafio entre donos que o Skool criou com Alex Hormozi (contamos a história em Alex Hormozi e Skool), o programa de afiliados, que paga a você 40% da assinatura de qualquer membro seu que crie a própria comunidade, e vitrines independentes como o SkoolRank, onde a sua comunidade pode aparecer na categoria e no idioma dela. Adicionar a sua é grátis.

Quando outra plataforma faz mais sentido

Somos a favor do Skool, mas não de enganar você. Há casos em que outra plataforma serve melhor:

  • Você precisa de um app com a sua marca nas lojas de aplicativos: Circle Plus, Mighty Pro ou Kajabi Pro, se o orçamento permitir.
  • O seu negócio é um funil de e-mails que termina num curso caro: Kajabi.
  • Você quer uma comunidade grátis de bate-papo ou de games: Discord.
  • Você vende produtos digitais avulsos, mais do que uma comunidade: Whop.
  • O seu público paga você pelo que você publica, não por estar num grupo: Patreon.
  • Você vende um curso fechado para muita gente no Brasil e na América Latina e precisa de pagamentos locais: Hotmart e, se quiser comunidade, junto com o Skool.

Se o seu caso não está nesta lista, a resposta é o Skool.

Migrar para o Skool vindo de outra plataforma

Se você já tem uma comunidade em outro lugar, levá-la para o Skool é mais fácil do que parece. Os cursos são remontados no Classroom: você pode subir os seus vídeos ou incorporar os que já estão no YouTube, no Vimeo, no Loom ou no Wistia. Os membros você convida com o link da sua comunidade. A única coisa que não migra sozinha são os pagamentos: se você cobrava em outra plataforma, cada membro vai precisar se cadastrar na cobrança do Skool, então vale avisar com antecedência e, se quiser, oferecer algo para quem migrar primeiro.

Antes de abrir, dê uma olhada em como criar uma comunidade no Skool: lá está cada passo, da página About às perguntas de admissão.

Perguntas frequentes

Qual é a melhor alternativa ao Skool?

Depende do que você procura. Para uma marca que quer um espaço próprio, o Circle; para vender cursos com funis de e-mail, o Kajabi; para uma comunidade grátis, o Discord. Mas, para uma comunidade com cursos e chamadas que você queira fazer crescer e cobrar, a melhor opção continua sendo o Skool.

Existe alternativa gratuita ao Skool?

Discord, Whop, Patreon e Hotmart não têm mensalidade, mas ficam com uma porcentagem do que você cobra e falta alguma peça a todos eles: o Discord não tem cursos, e Whop, Patreon e Hotmart não foram pensados para uma comunidade conversar todos os dias. O Skool não tem plano grátis para donos, mas começa em US$ 9 por mês, com 14 dias de teste.

Skool vs Circle: qual é mais barato?

O Skool. O plano Hobby custa US$ 9 por mês, contra US$ 89 do plano mais barato do Circle (no pagamento anual), e no Skool a taxa já inclui a cobrança no cartão, enquanto no Circle a do Stripe é cobrada à parte. Com receitas altas, o Skool Pro também sai mais barato que o Circle Professional.

Skool ou Hotmart?

A Hotmart é melhor para vender um curso fechado no Brasil e na América Latina, pelos meios de pagamento locais e pela rede de afiliados. O Skool é melhor para uma comunidade com assinatura mensal em que as pessoas participam e ficam. Dá para combinar: o curso na Hotmart e a comunidade no Skool.

Skool ou Kajabi?

O Kajabi, se o seu negócio se apoia num site, em e-mails e em funis de venda e você pode pagar a partir de US$ 143 por mês. O Skool, se o centro é a comunidade: custa a partir de US$ 9 e foi feito para os membros participarem todos os dias.

Posso usar o Discord em vez do Skool?

Para uma comunidade grátis de bate-papo, pode. Para ensinar, organizar o conteúdo e cobrar, não: o Discord não tem cursos, o importante se perde no chat e cobrar depende de o seu servidor cumprir os requisitos. Muitas comunidades usam o Skool para o que importa e um chat para o que é urgente.

Por que o Skool é tão popular?

Porque junta num lugar só tudo o que uma comunidade precisa, custa muito pouco para começar, e o buscador Discovery e a rede de usuários ajudam as pessoas a encontrarem você. Segundo a Similarweb, o skool.com está entre os 1.100 sites mais visitados do mundo.